Granulometria
e geração de finos
Entender as faixas de tamanho, as diferenças entre minério e carvão e os efeitos do transporte e do manuseio.
Da especificação dos materiais à operação e interpretação dos resultados do peneiramento de minério de ferro e carvão: entenda como o controle granulométrico contribui para a permeabilidade da carga e o bom funcionamento do alto-forno.
O operador precisa compreender o que a peneira entrega ao processo e como reconhecer quando a separação deixa de atender ao padrão.
Uma abordagem visual e participativa para conectar a rotina de peneiramento à passagem dos gases, à estabilidade operacional e à produção de gusa.
Entender as faixas de tamanho, as diferenças entre minério e carvão e os efeitos do transporte e do manuseio.
Reconhecer o papel da alimentação, umidade, distribuição do material, integridade das telas e obstruções.
Relacionar a qualidade da carga à permeabilidade e fortalecer a inspeção, a amostragem e a comunicação de desvios.
Destinado ao público operacional e técnico com conhecimentos básicos ou experiência em peneiramento, preparação de matérias-primas ou processos siderúrgicos.
Fornecer uma visão geral do peneiramento de carvão e minério de ferro, destacando a importância do controle granulométrico para a permeabilidade da carga e a operação do alto-forno.
Contextualizar a preparação das matérias-primas nas principais etapas do processo, até a produção de ferro-gusa, com foco nos cuidados operacionais e na qualidade da carga.
Exemplos visuais, discussão de situações e aplicação dos conceitos à rotina da equipe.
Do recebimento ao carregamento: a contribuição de cada operador para a qualidade da carga.
Carga descendo, gases subindo. Permeabilidade explicada com exemplos visuais e linguagem da operação.
Finos, material na faixa especificada e tamanhos excessivos. Particularidades do minério e do carvão.
Distribuição da alimentação, camada de material, umidade, telas, obstrução, desgaste e condição do equipamento.
Como identificar alterações na alimentação, nas telas e nos fluxos de material, seguindo os procedimentos da unidade.
Amostragem, leitura do resultado granulométrico, inspeção, registro e comunicação entre as equipes.
Discussão em grupos, revisão dos cuidados essenciais e fechamento às 17h.
Programação proposta. Faixas granulométricas, critérios de aceitação e respostas aos desvios devem seguir os padrões da Sinobras. Intervenções em equipamentos seguem os procedimentos de segurança da unidade.
Marcelo Carboneri Carboni
Eng. Metalurgista e Mestre em Eng. Metalúrgica pela Poli USP, MBA pela FGV, Especialista em Lingotamento Contínuo pela Universidade de Clausthal, Especialista em Gestão de Tecnologia e Roadmaping pelo MIT. Com mais de 25 anos de experiência na cadeia da siderurgia, desenvolve produtos e processos. Ao longo de sua carreira atuou na Aços Villares, Sidenor, CBMM, unidade EMBRAPII Tecnogreen Poli/USP e Gerdau. Atualmente é Gerente Global de Marketing e Tecnologia da Vesuvius Sensors & Probes, sendo responsável pelas áreas de P&D e Engenharia de Aplicação. Docente e Coordenador em cursos livres na ABM. Coordena projetos de desenvolvimento de novos materiais focados na otimização de recursos e redução das emissões na produção, utilização e reciclagem.
Seus trabalhos técnicos cobrem as áreas de dissolução e rendimento de adições de ferro-ligas em aço, modelamento termodinâmico de processos de refino, lingotamento contínuo, sustentabilidade em siderurgia, sensores para medição de metais líquidos, equipamentos e automação, aplicação de conceitos de indústria 4.0 e conformação mecânica e soldabilidade de aços microligados de alta resistência.
Público operacional • 15 a 18 participantes no total
Realização: TSA Materiais & Metalurgia
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